VILÉM FLUSSER, quem é ? Liberdade de pensar, e a necessidade de uma filosofia na fotografia.

        Para quem não conhece Vilém Flusser, nasceu em 1920 em Praga seus pais e mães eram professores de uma universidade. Foi um dos fundadores da Faap em 1964. Tem como teoria a Filosofia da caixa preta que é a  aproximação conceitual com a palavra sistema de leis e ordens que organizam uma sociedade. Existia uma identidade quando se pensava em sistema, que acabou se fragmentação em ( Sistema: econômico; familiar; religioso; social; político). Flusser aborda a  fotografia como uma caixa preta mas nos temos que entender todo e qualquer sistema como uma caixa preta. E toda caixa preta na realidade é uma programa, e todo programa é absoluto inquestionável. Conceito de usuário com o conceito de funcionário; só que quando ele usa a palavra funcionário ele esta recuperando formalmente e teoricamente um escritor que morreu em 1920 Franz Kafka. O bom funcionário é aquele que segue rigorosamente um programa. Aquele funcionário que domina o in put e o out put. (trabalhar no in put e no out put é trabalhar no imprevisível). Flusser também diz que branquear a caixa preta eh produzir linguagem.  Agora que conheceram um pouco a respeito de Flusser vamos focar a urgência de uma filosofia da fotografia. Temos como conceito chave: a imagem, aparelho, programa e informação que são peças fundamentais a filosofia da fotografia, pois um é co-depedente do outro da maneira em que:

Imagem reproduzida -> distribuída em aparelhos segundo um programa -> informar receptores.   

(imagem = magia)              (aparelho = automoção e jogo)                        (informação = símbolo)   

           A principal tarefa da filosofia da fotografia é dirigir a questão da liberdade aos fotógrafos, a fim de catar sua resposta e consultar sua práxis; de maneira que liberdade é jogar contra o aparelho. Na concepção de uma filosofia da fotografia para que a práxis fotográfica seja conscientizada, de maneira que jamais captaremos as aberturas para a liberdade na vida do funcionário dos aparelhos; reflexão sobre o significado que o homem pode dar a vida onde tudo é estúpido e, rumo à morte absurda.                                 

            A respeito da filosofia da fotografia, creio que a filosofia urgente seja uma maneira de revolução ainda possível sim, porém não a única e exclusiva. Com a bagagem de informação e tecnologias existentes no mundo de hoje podem com certeza ainda haver um “boom” na filosofia da fotografia principalmente quando nos deparamos com assuntos relacionados à: imagem, aparelho e informação.   

Vilém Flusser

QUEM QUISER SABER MAIS SOBRE FLUSSER, ENTRE NESSE SITE:

http://br.geocities.com/vilemflusser_bodenlos/

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